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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

EUA estão a uma semana sem vários dos serviços públicos

por Almir Cezar, de Brasília
especial para a ANOTA

Atrações turísticas fechadas pela falta de orçamento federal.
Completa-se uma semana paralisação da máquina pública federal estadunidense. Um impasse no Congresso dos Estados Unidos, cuja Câmara  dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil) é controlada pelos republicanos, oposição ao presidente Barack Obama (democratas), que insiste em travar o projeto de lei que trata do orçamento para o ano fiscal 2014 - iniciado em 1º de outubro.

Sem fundos votados, a maior potência do mundo está a dias sem uma grande parte dos serviços públicos, o que pode levar até mesmo a uma retração em seu PIB. Essa paralisação representa novos riscos para a frágil economia mundial.

A falta de acordo deve-se a pretensão pelos republicanos de adiar a entrada em vigor da reforma da saúde pública, apelidada de Obamacare. O encerramento da administração pública federal ('federal government shutdown') obrigou o governo a mandar para casa, sem salários, mais de 800 mil pessoas, entre 2,1 milhões de funcionários federais, durante o período em que ocorrer a escassez de fundos e que poderá custar mais de US$ 1 bilhão aos cofres públicos, segundo a Casa Branca.

A emissão de dados econômicos está interrompida, os parques nacionais estão fechados, embora sejam mantidos serviços básicos como correio, controle de tráfego aéreo, emissão de cheques de pensões e a atividade de agentes policiais e de segurança. Há 17 anos o problema semelhante não ocorria.

sábado, 20 de julho de 2013

Cidade berço do automóvel pede concordata nos EUA

INTERNACIONAL
Por Almir Cezar, de Brasília

Berço da indústria automobilística dos Estados Unidos, a cidade de Detroit tornou-se quinta-feira (18) a maior cidade estadunidense a se declarar insolvente e pedir concordata ao tribunal de falências federal. No mês passado, a cidade havia anunciado que entraria em moratória em uma parte dos US$ 18,5 bilhões que deve. As agências internacionais apontam perda de população, corrupção, gestão danosa e perdas de receitas fiscais como principais motivos para a situação de elevado endividamento a que chegou a cidade.