por Almir Cezar, da sucursal Brasília
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| Fuga de capitais das economias emergentes, deixando-os às voltas com o aumento do juro, do preço do dólar e da inflação e, pior, promessas de arrocho fiscal dos governos. |
Os países emergentes, principalmente os BRICS (bloco de países formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), durante a primeira fase da crise econômica mundial sofreram pouco com o “furacão” e serviram de “porto seguro” para os capitais, enquanto EUA e Europa afundavam. Agora, os grandes bancos e investidores internacionais, em meio à crise fiscal, inflação e crescimento econômico baixo, têm dúvidas com relação a esses países, especialmente com a impressão que os EUA e a Europa já teriam passado pela sua pior fase e haveria outros países mais "interessantes".

